OBJETIVOS

  • Estimular o debate científico em língua portuguesa;
  • Favorecer a aproximação e potenciar a cooperação entre cientistas de países de língua portuguesa;
  • Mobilizar e reforçar os contactos dentro das redes de ciência;
  • Fomentar a partilha de conhecimento científico e a utilização partilhada de infraestruturas de investigação;
  • Reforçar a discussão sobre temas científicos de elevada atualidade de forma abrangente e transversal.
Organizadores

TEMAS EM DEBATE

Entre outros a anunciar.

  • “Mudança climática verdade e consequência”
  • “Desenvolvimento da Tecnologia: os filhos do ábaco” (3ª sessão)
  • “Biodiversidade: a lei do mais forte?”
  • “Agricultura: do arado aos satélites “ (1ª sessão)
  • “Saúde e Medicina, Hipócrates no sec. XXI” (4ª sessão)
  • “Antropoceno: Homem Vs Meio Ambiente” (2ª sessão)
  • “Transição digital e Inteligência Artificial: porquê, como e para quem”
  • “Oceano, o coração do planeta” (5ª sessão)
  • “Ciência Global, ligar os pontos” (6ª sessão)

FORMATO

  • Via videoconferência via Zoom ou outra plataforma equivalente
    Nota: havendo condições para tal, pode ter uma componente presencial, assumindo um formato híbrido
  • Duração da sessão: 2h
  • Estrutura da sessão:
  • Introdução ao tema de debate com 2 ou 3 keynote speakers (10/15 minutos),
  • Mesa Redonda de debate com participantes convidados (45/50 minutos)
  • Encontro de rede virtual com os participantes, mediante inscrição prévia (máximo 10 pessoas)

PERIODICIDADE

Uma sessão por mês

DATA DA PRÓXIMA SESSÃO

Janeiro de 2022

7ª Sessão Brevemente

janeiro 2022 – 15h00 (Lisboa)*

* 23h00 – Dili, (TL) | 14h00 – Bissau (GB) | 11h00 – Brasília (BR) | 15h00 – Luanda (AO) | 16h00 – Maputo (MZ) | 13h00 – Praia (CV) | 14h00 – São Tomé (STP)

OBJETIVOS

Brevemente

PROGRAMA

Brevemente

Sessões anteriores

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Objetivos

1 – Debater a transição gradual dos modelos agrícolas tradicionais para uma agricultura mais eficaz com recurso às dinâmicas inovadoras permitidas pela tecnologia atual, no contexto de cadeias alimentares sustentáveis.

2 – Discutir o papel da academia e dos cientistas na adequada transmissão do conhecimento científico e das formas de acesso aos mecanismos tecnológicos disponíveis, junto das comunidades agrícolas tradicionais.

3 – Repensar os modelos de políticas públicas e envolvimento privado no acompanhamento da transição agrícola, como motor do desenvolvimento regional e da melhoria da qualidade de vida das comunidades.

4 – Transmitir exemplos de boas práticas e seus impactos nas comunidades

Programa

com moderação de Ana Noronha, Diretora Executiva da Ciência Viva

15h00 – 15h10 | Boas-vindas

. Centro Ciência LP e AIR Centre

15h10 – 15h20 | 1ª Intervenção

. Agricultura tradicional em África, sua transição para uma agricultura sustentável, por Ângela Moreno, Presidente do Instituto Nacional de Investigação e Desenvolvimento Agrário (INIDA), Cabo Verde

15h20 – 15h30 | 2ª Intervenção

. Agricultura de Precisão, por José Rafael Marques da Silva, Professor Universidade de Évora, Diretor Mestrado em Tecnologias em Agricultura de Precisão

15h30 – 15h40 | 3ª Intervenção

. Coesão Territorial, por Isabel Ferreira, Secretária de Estado da Valorização do Interior, Professora e Investigadora, Portugal

15h40 – 16h25 | Mesa Redonda

Leonardo  Kerber, Especialista em Agricultura de Precisão na Cotrijal, Brasil

Luís Goulão, Professor no Instituto Superior de Agronomia da ULisboa (ISA) e Investigador do Centro de Investigação em Agronomia, Alimentos, Ambiente e Paisagem, Portugal

António Batel Anjo, Matemático e Diretor Executivo da Osuwela – Associação de direito moçambicano, para a Promoção do Desenvolvimento através da Formação em Ciência, Moçambique

Xavier Mendes, Diretor do Centro de Investigação Agronómica e Tecnológica (CIAT), São Tomé e Príncipe

16h25 – 16h30 | Principais Conclusões da Mesa Redonda

16h30 – 17h00 | Encontro de rede virtual com os participantes


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Objetivos

1 – Debater a passagem do Holoceno ao Antropoceno, em que o artificial supera o natural;

2 – Identificar fatores que contribuem para a consolidação do Antropoceno, tais como o progresso tecnológico, o crescimento populacional, a multiplicação da produção e aumento do consumo e a globalização;

3 – Explorar formas de minimizar o impacto da atividade humana no meio ambiente, tais como a proteção da biodiversidade, a descarbonização da economia, a redução e reaproveitamento dos desperdícios, a adequada gestão florestal e a oportuna transmissão do conhecimento científico à sociedade;

4 – Transmitir exemplos de boas práticas e seus impactos nas comunidades

Programa

15h00 – 15h10 – Introdução
“A escala de tempo geológico e o início do Antropoceno”, Gaia Stucky de Quay, pós-doutoranda na Jackson School of Geosciences (Universidade do Texas em Austin), Brasil

15h10 – 15h20 – 1ª Intervenção
“O papel das políticas da Pesca no âmbito da exploração sustentável dos recursos marinhos e preservação da biodiversidade”, Esperança Costa, Secretária de Estado das Pescas, Angola

15h20 – 15h30 – 2ª Intervenção
– “Mudança climática, processos atmosfera-terra-oceano, fenómenos extremos “, Pedro M. Soares, Professor e Investigador no Centro de Geofísica da Universidade de Lisboa, Instituto Dom Luiz, Portugal

15h30 – 16h25 – Mesa Redonda Moderação: Gaia Stucky de Quay
Rita Campos, Investigadora no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Portugal
Lourenço Monteiro de Jesus, Diretor Geral do Ambiente, São Tomé e Príncipe
Nicole Azevedo, Fundadora da Associação Ajudar Moçambique e fundadora do Movimento Anti Mosquito “Movam”, Moçambique

16h25 – 16h30 – Principais Conclusões da Mesa Redonda

16h30 – 17h00 – Encontro de rede virtual com a assistência (mediante inscrição prévia)

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Objectivos

1 – Debater a contribuição do conhecimento e da ciência na inovação e desenvolvimento de novas tecnologias;

2 – Identificar fatores económicos, sociais, políticos e outros, que contribuíram para o crescimento tecnológico, tais como, a pressão demográfica, as exigências da produção em massa, os efeitos de conjuntura e a globalização;

3 – Discutir os impactos positivos e negativos do desenvolvimento tecnológico nas sociedades atuais, incluindo os riscos da excessiva dependência da tecnologia;

4 – Explorar e antecipar os caminhos futuros da tecnologia, num contexto de desenvolvimento social.

PROGRAMA

15h00 – 15h05 – Introdução

15h05 – 15h20 – 1ª Intervenção: “o papel da tecnologia e inovação no desenvolvimento económico e social”, Joana Mendonça, Professora Associada IST, Investigadora, Presidente da Agência Nacional de Inovação, ANI, Portugal

15h20 – 15h35 – 2ª Intervenção: “O papel da tecnologia na prossecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, Paulo Gadelha, Médico, Doutorado em Saúde Pública, Coordenador da Estratégia Fiocruz para a Agenda 2030 e ex-presidente da Fundação Oswaldo Cruz, Brasil

15h35 – 16h25 – Mesa Redonda

Moderação: Raffaella Gozzelino, Professora, Investigadora e Reitora da Universidade Técnica do Atlântico – UTA, Cabo Verde

Convidados:

  • Anaclides Massande, Doutorado em Ciências Técnicas Agropecuárias, especialista em Energias Renováveis, Irrigação e Drenagem, Professor. Angola
  • Elcelina SilvaDoutoranda em Engenharia Informática e de Computadores no IST. Professora-Assistente na Faculdade de Ciências e Tecnologia – UniCV, Cabo Verde
  • Susana Barbosa, Investigadora no INESC-TEC, especialista em Ciência de Dados, Portugal

16h25 – 16h30 – Principais Conclusões da Mesa Redonda

16h30 – 17h00 – Encontro de rede virtual com a assistência (mediante inscrição prévia)

Objectivos

1 – Debater a contribuição do conhecimento e da ciência na medicina e desenvolvimentos na saúde ;

2 – Identificar fatores económicos, sociais, políticos e outros, que contribuíram para os avanços da medicina e das novas dinâmicas da saúde;

3 – Discutir os impactos positivos e negativos da pandemia da Covid-19 no mundo e assinalar as lições a aprender;

4 – Explorar e antecipar os caminhos futuros da medicina, num contexto de desenvolvimento social.

PROGRAMA

15h00 – 15h10 – Introdução – “A Medicina no séc. XXI”, Filomeno Fortes, Médico, Diretor do Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT-UNL), Angola

15h10 – 15h15 – 1ª Intervenção: “Desafios da saúde infantil em África”, Nazira Abdula, Pediatra, Ex Ministra da Saúde, Moçambique

15h15 – 15h40 – 2ª Intervenção: “O impacto da pandemia em África”,Magda Robalo, Alta Comissária para a Covid-19 da Guiné-Bissau, Ex Ministra da Saúde, Guiné Bissau

15h40 – 16h25 – Mesa Redonda

Moderação: Filomeno Fortes

Convidados:

  • Rodrigo Stabeli, Bioquímico, Integra o Grupo de Trabalho enfrentamento da COVID19 da OPAS/OMS, Coordenador na Fiocruz, Brasil
  • Tiago CorreiaProfessor Associado de Saúde Internacional na Universidade Nova de Lisboa, Portugal
  • Carlos Alberto Bandeira d’Almeida, Diretor do Centro Nacional de Endemias, São Tomé e Príncipe

16h25 – 16h30 – Principais Conclusões da Mesa Redonda

16h30 – 17h00 – Encontro de rede virtual com a assistência (mediante inscrição prévia)

Objectivos

1 – Identificar as vantagens do oceano em benefício do planeta e seus ecossistemas;

2 – Elencar as maiores ameaças atuais à saúde do oceano e discutir a sua repercussão e impactos no meio ambiente global;

3 – Debater a contribuição do conhecimento e da ciência na prevenção e mitigação da ação antropogénica que afeta o oceano;

4 – Explorar o papel das boas práticas e sua eficaz comunicação na preservação do oceano, papel dos vários agentes envolvidos e a envolver;

PROGRAMA

15h00 – 15h10 – Visita virtual ao Centro de Robótica e Sistemas Autónomos CRAS/INESC TEC (Polo do ISEP)

(Polo do ISEP) ,

15h10 – 15h15 – 1ª Intervenção: Ozilea Menezes, Diretora do Instituto de Ciências do Mar (LABOMAR) da Universidade Federal do Ceará, Brasil

15h15 – 15h40 – 2ª Intervenção:  Malik Lopes, Presidente do Instituto do Mar, Cabo Verde

15h40 – 16h25 – Mesa Redonda

Moderação:

Vítor Vasconcelos, Professor Catedrático, Diretor do CIIMAR

Convidados:

  • Eduardo Silva, Investigador no INESC TEC, Professor no ISEP, Portugal
  • Vanda Brotas, Professora Catedrática, MARE – FCUL, Portugal
  • Filomena Vaz Velho, Diretora do INIPM, Angola

16h25 – 16h30 – Principais Conclusões da Mesa Redonda

16h30 – 17h00 – Encontro de rede virtual com a assistência (mediante inscrição)

Sessão com o apoio do CRAS/INESC TEC (Polo do ISEP)

Objectivos

1 – Discutir os conceitos Transdisciplinaridade, Interdisciplinaridade, Multidisciplinaridade, como tornar a ciência mais abrangente;

2 – Identificar Vantagens e desvantagens de metodologias científicas que superam a fragmentação do conhecimento;

3 – Explorar e antecipar o futuro do conhecimento: ciências de fonteira, interdisciplinas e interciências

4 – Agricultura, Antropoceno, Tecnologia, Saúde, Oceano – ligar os pontos

PROGRAMA

15h00 – Introdução:

  • “Inovação e desenvolvimento multidisciplinar, um caso prático” – Rui Oliveira, administrador do INESC TEC, diretor do Minho Advanced Computing Centre (MACC) e docente da Universidade do Minho, Portugal

15h20 – Debate:

Moderação: Simone Oliveira, Pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/FIOCRUZ), Brasil
  • Helena Freitas, Docente da Universidade de Coimbra, fundadora e coordenadora do Centro de Ecologia Funcional, uma unidade de investigação interdisciplinar no âmbito das ciências biológicas, Coordenadora da equipa Diretiva do Parque de Serralves, Portugal
  • Diogo Pascoal, Doutorando em Engenharia Civil e empenhado em abordagens multidisciplinares que envolvam as ciências exatas e ciências sociais para soluções impactantes na qualidade de vida dos angolanos, Angola
  • Ana Sanchez, Docente Universitária da Universidade NOVA de Lisboa, ex membro do Conselho Diretivo da FCT e especialista em comunicação de ciência, Portugal
  • Cecília Minayo, Docente Universitária, Coordenadora de Formação avançada, especializou-se em trabalho pluridisciplinar nas áreas da sociologia, antropologia e saúde pública, Brasil

16h30 – Conclusões e perguntas da assistência